4 de julho de 2010
Ingênuo Desespero
1 de julho de 2010
Sem nome. Sugestão: Arrepio
Pois bem, suavemente, um dia empurrando o outro. Depois desse final de outono caloroso, e esse início de inverno mais frio e amargo do que todos os outros já vividos. Depois da primavera, depois do verão. Mais um ano, mais 5 anos. Quem sabe quando eu estiver em algum show, você passe chutando minha coca-cola? Talvez surja um dialeto estranho como forma de puxar assunto. Ou quem sabe, olhares discretos e indiscretos. Talvez então em outra Copa. Daqui há 4 anos. Na rodoviária? Em algum bar? No lugar nostálgico com cheiro de peixe, e duas árvores fazendo sombra? E se eu resolver te levar mesmo pra ver as estrelas do céu do teu quarto? Ou um dia eu talvez ouça o funk que deveria ser criado pra mim. Ou você fique sabendo que eu aprendi a tocar a música que você ia me ensinar. Talvez eu aprenda a cantar também. Ah, há também a idéia de nos encontrarmos em algum ensaio fotográfico para uma propaganda de calça jeans. Mas esquecemos de decidir qual seria a marca. Diesel? Colcci? Saberemos. Se quiser, pode adiar isso. Talvez pra quando você já tiver com um estúdio na sua casa. Ou com sua academia. Já sei, posso permenecer na estrada. Vez ou outra, eu adoraria que você passase de caminhão.
27 de junho de 2010
Porvir
É difícil de explicar? Fato.
Quanto mais pra mim, que sempre fui bom com argumentos e sei lá o que mais. Mas, não é assim que as coisas estão funcionando.
Te quero. Agora. Mas e o porém disso tudo?
Você sempre terá algo misterioso e que me faça ficar mais curioso. Entretanto onde eu entro nessa história alem de um simples aventureiro?
Serio. Me faça valer cada palavra pra você e por você.
Estarei sempre aqui. Disposto.
23 de junho de 2010
Sugestivo Tempo
TEMPO SEMPRE TEMPO.
TEMPO ESTAREI TEMPO?
TEMPO POR TEMPO!
TEMPO PERTO TEMPO.
TEMPO POIS TEMPO?
TEMPO CATIVASTE TEMPO!
TEMPO A TEMPO.
TEMPO PESSOA TEMPO...
TEMPO QUE TEMPO?
TEMPO MAIS TEMPO!
TEMPO PODE TEMPO?
TEMPO TE TEMPO.
TEMPO RETRIBUIR TEMPO..
TEMPO O TEMPO.
TEMPO CARINHO TEMPO.
TEMPO QUE TEMPO?
TEMPO TEM TEMPO.
22 de junho de 2010
Não Importa Como Ostentará Lamentos e Expectativas
É muito estranho te querer pro futuro. Pois tudo o que tive em mãos aproveitei o que pude, e você não. Tudo o que vivi foi muito válido, claro, mas sempre quis as coisas para o mesmo momento. Os fatos se distinguiam entre: agora (real) e depois (não me importo). Me recordo sim do que vivi antes, mas foi muito mais intenso o presente com você. E é claro que te quero. Mas não hoje. É possível isso?
Quero você no amanhã!
Estranho, como comecei dizendo.
Já me aconteceu, em outras ocasiões de querer levar alguém pro futuro. Porém eu mal sabia se a tinha no presente. O contrário do que acontece. Tenho-te no presente, mas quero te levar pro futuro. Ele necessita de você. Pode?
A nossa única parte de convergência para o momento é: nos queremos para o futuro. Isso é um fato. Algo que talvez motive a nossa suposta espera.
Não quero respostas do agora, pois eu sei que as coisas mudarão. Quero que você entenda os argumentos, afinal ele deve ter a resposta, o futuro. A única certeza que eu tenho para ele é, que eu quero você.
21 de junho de 2010
Quem diria
Do nada:
-Impressionante como pouca coisa me afeta. Seja uma frase ou um sorriso.-
-É?-
[Silêncio]
-O que eu posso dizer agora?
[Silêncio]
-Hm..-
-Que suas expressões inquietas e discretas, já me satisfazem por quase completo.
-Por que quase completo?
-Porque te quero cada vez mais.
20 de junho de 2010
Vapt Vupt
E de uma hora pra outra, muita coisa muda.
Quem sabe eu já não sou mais aquele cara.
Talvez meu ponto de referência tenha mudado, de novo.
Outras informações, outros dias, outras mentes passaram por aqui.
É ótimo, é lindo ver tudo isso.
Palavras cultas poderiam descrever até melhor o que tenho a dizer.
Mas o mais importante é que eu quero você aqui, por perto.
2 de junho de 2010
Quem vai, quem sai?
Fonte: Ermo no Peito
27 de maio de 2010
Ambos
Apesar do fato ocorrido. Não fui condenado e o processo corre até hoje.
Sem final
28 de abril de 2010
Do angu ao pesto
Hoje te vi com outra pessoa abraçado. Passou por mim, falou comigo e fez pouco caso de minha companhia. Até aí tudo bem, toda aquela fase do "eu te odeio" estava passando e eu tinha que entender que você não ia dar toda aquela bola pra mim, e muito menos me ignorar. Mas é tão triste e desconfortável ver alguém que você teve tanta intimidade, alguém que você trouxe ao mundo, mostrou coisas belas e importantes, lhe entregar um simples "Boa noite, como vai?" ao invés, de "Boa noite, meu amor."
Talvez eu tenha notado mais pra você e o motivo de estar abraçado com alguém, que nem percebi o que implicitamente você estava querendo mostar pra mim: que estava bem, eu estava errado, a confiança em si próprio era algo que reinava em sua vida. Mas me bateu um certo desespero momentâneo. E não imaginei o que você fazia abraçado a pessoa; pensei: "Que porra é essa abraçada com você?"
Espero que tudo passe suavemente, ninguém de passado -ok eu entendo- mas podemos muito bem dividir aquele seu prato preferido, ou aquele drink. Só quero ser mesmo, de verdade, o que sempre quis ser, pra te fazer abrir os olhos: seu amigo. Estarei sempre -sempre- aqui.